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Pausa para uma série: #6 Dark (1ª,2ª e 3ª Temporadas)

Confira na Coluna ''Guia do Cinéfilo'' com Raphael Camacho

08/07/2020 20h23 Atualizada há 4 semanas
Por: Rafael Oliveira Fonte: Guia do Cinéfilo
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Sem Spoilers.

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’, bastou os espectadores irem aos poucos terminando a temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo, culminando no desfecho da última temporada dentro do período pandêmico que o mundo vive em 2020. Muito bem ranqueado em diversas listas dos principais sensores de cinema/séries do mundo, Dark é uma série difícil de esquecermos.

Como já vi as três temporadas e qualquer descuido é um grande spoiler, podemos apenas contar que a série mostra a rotina, conflitos e descobertas sobre habitantes de quatro famílias de Winden, na Alemanha. Quando um grupo de jovens descobre uma situação suspeitas vinda dentro de uma caverna na floresta da região, um deles some, dando início a uma saga que explora os sentimentos de perda ao limite, passando também pelo inusitado caso do tempo, fator importante e que vamos descobrimento melhor sobre ao longo dos intensos 26 episódios divididos em três temporadas absolutamente arrepiantes.

Como um tabuleiro bem jogado de rpg, vamos descobrindo as grandes variações de peças nesse jogo de controle por algumas variáveis que descobrimos aos poucos. Não há totalmente heróis, não há totalmente vilões, cada peça se move conforme pensa e acredita que pode manter ou descontruir a variável tempo de alguma forma. Com muitas lições físicas e paradoxos complicados de explicar, a série caminha dentro de uma, até certo ponto, lógica original definindo desde seu princípio as explicações que se baseiam. Longe de ser interativa, mas com um necessidade gigante de complemento a algumas explicações, de tão complicada, organogramas viram ferramentas para o público entender melhor quem é quem nesse embaralhado trajeto até as descobertas finais dos porquês. Um seriado genial, que prende o espectador até o último minuto. Bravo!

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Sobre Guia do Cinéfilo
Raphael Camacho - Cinéfilo. Analista de Programação Audiovisual, Crítico de cinema, matemático nas horas vagas. Extremamente viciado em cinema, autor do livro: "Guia do Cinéfilo - Volume 1".
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